quinta-feira, 25 de setembro de 2014

VIVÊNCIAS COM O PROJETO DE APRENDIZAGEM: a articulação com as TIC’s na transdiciplinariedade


Vivenciar os desafios de cada etapa/Disciplina do curso IFES-PIE não é tarefa fácil para nenhum acadêmico que busca articular as questões teóricas com sua práxis profissional. Talvez esteja aí, uma das belezas de ser educadora no mundo contemporâneo.

Convivo profissionalmente com crianças da Educação Infantil, sujeitos vibrantes e instigantes, os quais transitam com “tranqüilidade” pelo universo tecnológico, fazendo de cada descoberta um motivo para potencializar outros aprendizados. Na condição de educadora que sou baseio meus projetos de trabalho nas Diretrizes Curriculares da EI, na qual a concepção está subsidiada no pressuposto filosófico histórico – cultural, pelo princípio da ludicidade enquanto potencializador das aprendizagens.

Alguém pode perguntar-se: E qual a relação da Educação Infantil com um Projeto de Aprendizagem?

Eu explico: em ambos o princípio da inter e transdisciplinariedade são os balizadores para que as Áreas do Conhecimento dialoguem e as crianças sintam-se interessadas em descobrir – sugerir - contestar e reformular conceitos estudados, exigindo que eu tenha clareza do que e para que proponho tais desafios.

Na condição de mãe de uma adolescente e também de uma criança de três anos, o ambiente familiar também se constitui de artefatos que qualificam nossos aprendizados e tornam-se a extensão das nossas relações culturais. Muitas vezes o próprio adolescente domina informações que estamos ainda em descoberta. São eles que nos ensinam o modo de utilização de tal recurso.

Tal contexto passa a ser um facilitador ao meu perfil, de ser uma ilimitada pesquisadora aos usos das Tecnologias da Comunicação e Informação(TIC’s) a partir de experiências exitosas com os estudantes do Ensino Fundamental I e II, num período anterior, ao ser professora de Laboratório de Informática numa Instituição privada.

Descrevo essas vivencias no meu texto porque as considero relevantes ao modo que me constitui no grupo de trabalho junto a mais cinco colegas quando fomos definir o tema que elaboraríamos o Projeto de Trabalho – PA sobre a História do Espírito Santo.

Foi satisfatório e também desafiador, pois voltamos nossas atenções para o Ensino Fundamental haja vista quatro colegas terem a formação acadêmica em áreas diversificadas (Geografia, História, Português e Inglês), bem como ser este o campo de atuação profissional.

A partir da definição do tema e do esboço inicial sobre o que garantiríamos de conteúdo, objetivos e estratégias para que os estudantes venham atingir os objetivos e tornar suas aprendizagens com significado para eles, precisei pesquisar -  explorar os recursos que ao longo do curso fizeram parte das aulas e certamente, assistir muitos vídeos explicativos para utilizar as TIC's de maneira eficaz.

Muitos diálogos com o grupo de trabalho do curso aconteceram por meio das diversas mídias. Usufrui da inteligência e autoconfiança dos adolescentes a fim de reunir informações sobre os softwares que planejei explorar, reavaliei os recursos e fui aprimorando meus aprendizados à medida que não hesitei em estudar- testar - recriar com as TIC’s no desenvolvimento do Projeto de Aprendizagem.

Deste modo, nossas escolhas se deram do seguinte modo:

· Projeto de Aprendizagem (Rosane com auxílio dos demais colegas);

· Wiki – criação e manutenção PBWorks (Cristina);

· Animação feita no Scratch - Toponímias Capixabas (Rafael);

· História em quadrinhos com  o tema "Convento da Penha", utilizando o software Hagáque - (Simone);

·  Mapa Conceitual - História do ES (Maryluce);

·   Edição do Vídeo Raízes (Geraldo);

·  Confecção do Fôlder (Maryluce).

Por último, reconheço que estes aprendizados qualificam meu fazer profissional à medida que minha concepção de educação pauta-se num currículo vivo, contextualizado, no qual é legítimo que as TIC's ao serem utilizadas a partir de uma intencionalidade, são possíveis para a construção de conhecimentos significativos as diferentes gerações de estudantes, bem como, utilizarmos os P.A para outros modos de organização (pessoal – acadêmica – econômica –política).

Nossas crianças merecem que estejamos profissionalmente qualificados, à altura de suas expectativas de cultura tecnológica-humanizada, na qual o conhecimento em rede por meio do princípio transdiciplinar seja um caminho de vivencias significativas e libertadoras.

Acredito no potencial das pessoas e no uso das TIC's, mediadas pelos professores enquanto artefatos que criaram aprendizados às diferentes gerações.

Simone Lopes Smiderle Alves.




PROJETO DE APRENDIZAGEM: O ESPÍRITO SANTO – QUESTÕES HISTÓRICAS E CULTURAIS



 Principais Atividades:


  • Projeto de Aprendizagem (Rosane com auxílio dos demais colegas);



  • Wiki – criação e manutenção PBWorks (Cristina);




  • História em quadrinhos com  o tema "Convento da Penha", utilizando o software Hagáque - (Simone);




  • Mapa Conceitual - História do ES (Maryluce);




  • Edição do Vídeo Raízes (Geraldo);


  • Confecção do Fôlder (Maryluce).


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

"Construção do Primeiro Mapa Conceitual"

 Mapa Conceitual - Apropriação das TICs




O mapa conceitual é uma exposição gráfica, visual e relacional de idéias, conceitos, informações... 
Para criação do Mapa Conceitual foi utilizado o software Cmap Tools, que é uma ferramenta que facilita a organização de leitura, sendo utilizado para fazer a autoria dos Mapas Conceituais, onde o usuário desenvolverá toda a elaboração e criação de Mapas, abaixo segue um exemplo:

















Para criação deste Mapa Conceitual, segui as orientações do vídeo postado na plataforma,  que está didaticamente muito bem elaborado, conseguindo entender e desenvolver com facilidade a construção do meu primeiro Mapa.