"Mundo da Programação"
Conforme atividade proposta e realizada no ambiente Lightbot, é possível vivenciar o ciclo descrição-execução-reflexão-depuração, pois a tarefa desenvolve o raciocínio lógico, criação de estratégias, permitindo visualizar o resultado e corrigir falhas, tudo de forma lúdica.
Por ter concluído a tarefa do ambiente Lightbot recebi o certificado de conclusão.
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OBJETOS DE APRENDIZAGEM:
UMA PROPOSTA DE RECURSO PEDAGÓGICO
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Objetos de Aprendizagem podem ser definidos por “qualquer entidade, digital
ou não digital, que possa ser utilizada, reutilizada ou referenciada durante o
aprendizado suportado por diferentes tecnologias” e em interfaces
interativas.
Pode ser usado em
diferentes contextos e em diferentes ambientes virtuais de aprendizagem
(on-line ou off-line), a ideia de um objeto poder ser
utilizado em qualquer plataforma de ensino em todo o mundo aumenta ainda mais
as vantagens destes objetos, a partir do momento que um objeto é reutilizado
diversas vezes em diversos especializações e este objeto vem ao longo do tempo
sendo melhorado, a sua consolidação cresce de uma maneira espontânea, a melhora
significativa da qualidade do ensino.
Temos alguns exemplos de objetos de aprendizagem empregados
nas Redes Sociais e Comunidades Virtuais como: You Tube, Myspace, Facebook,
Twitter, Whatsapp, Skype, Blog, etc; suas composições são voltadas à
animações, simulações, imagens, fragmentos de vídeo e áudios, textos e
gráficos.
De modo que alguns anos depois poderemos refletir e
com base em alguns estudos, poderemos também entender porque o aprendizado é
uma experiência individual e o conhecimento não pode ser transferido.
Esse vídeo sobre Objetos de Aprendizagem na EaD retrata
de forma
sucinta e esclarecedora, vejamos:
Atualizado em 23/04/2014
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Aprendizagem e Docência Digital
Educar em um contexto tecnológico é uma prática
recente que deve fazer parte do cotidiano escolar, pois a
informática educativa possibilita muitos caminhos para o professor realizar
suas aulas de uma forma interessante. Assim, dominar técnicas de informática é
um dos grandes desafios de hoje, para os profissionais da educação.
Segundo Vygotsky (1984), o desenvolvimento
cognitivo do aluno se dá por meio da
interação social, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio.
Sendo assim, temos algumas possibilidades educativas, quando fazemos uso do
computador:
· Programas Windows ou Open Office: construção
de textos, gráficos, imagens, tabelas, uso de fórmulas, coleta de dados,
planilhas, revisão de texto, calculadora, jogos, banco de dados, apresentações,
calendário, cartões, dentre varias possibilidades;
· Softwares que possuem várias especificidades,
podendo ser educacional, de negócios, médico, cálculo numérico, de sistema,
enfim, permitem trabalhar o raciocínio, levantamento de hipóteses para
desenvolvimento de competências;
· A Internet proporciona uma gama de
oportunidades como pesquisas, jogos, e-mails, mundo virtual, vídeos, busca por
imagens, criar blog, exposição de produtos, compras on line;
· Trabalhar com projetos inova e rompe com a
metodologia tradicional de ensino, oportunizando uma construção de conhecimento
ativa, contextualizada, uma aprendizagem significativa, sem medo de errar,
deixando para traz a prática pedagógica da educação bancária que Paulo Freire (1997)
descreve o aluno, juntamente com o professor, serão pesquisadores, uma postura
aliada à cidadania, pois além do ambiente computacional é possível realizar
vários trabalhos como: resumos, fotos, maquetes, teatros, poesias dentre tantas
possibilidades.
A
seguir, algumas imagens que traduzem essa reflexão:
![]() |
| Pensamento quadrado, todos iguais |
![]() |
| Só o professor pode falar |
EDUCAÇÃO
BANCÁRIA
X
EDUCAÇÃO
QUE IDEALIZAMOS
![]() |
| Escola do Futuro |
Nas figuras apresentadas, temos duas
posturas diferentes, o professor da educação bancária, como único, verdadeiro,
absoluto e detentor do conhecimento. Só ele sabe. Tudo tem que ser do seu
jeito, já na educação que idealizamos, o professor é o mediador, o facilitador
da aprendizagem. Sabemos que qualquer recurso conta com limitações, mas são
alternativas digitais que aprimoram o aprendizado dos alunos.
"Não ensine aos meninos pela força e severidade, mas
leve-os por aquilo que os diverte, para que possam descobrir a inclinação de
suas mentes." (Platão. A República, VII)
Um recurso que possibilita
inúmeras vantagens e possibilidades é o uso do blog nas escolas, como
alternativa de aprendizagem, abrangendo assuntos que vão desde noticias, links,
poesias, criação de jornal, fotos, diários, desenvolver a curiosidade
tecnológica incentivando o aluno a busca de diferentes linguagens de
programação, desenvolver a habilidade e competências nas diferentes áreas de
conhecimento, elaborar animações, trazer a discussão de valores e da moral,
quando na postagem de comentários, observando os limites do respeito à produção
do próximo, incentivar a criação de concursos entre os alunos de suas
produções, aplicando os conteúdos estabelecidos em currículo, são uma ótima
forma de comunicação e divulgação de produções de atividades em diferentes
áreas do conhecimento, ou mesmo entre estudantes, permitindo que pessoas
interem-se, façam comentários, e além do mais, qualquer pessoa pode acessar e
visualizar o que foi postado.
É importante lembrar que o
blog não se restringe apenas ao componente curricular de língua portuguesa, mas
é interdisciplinar, funcionando como recurso para todos os eixos do
conhecimento.
![]() |
| Pensamento de Paulo Freire |
Sabemos
que não somos iguais, somos diferentes e isso é muito rico e produtivo, porque
aprendemos com o outro, com a interação, com o meio que estamos inseridos. A
reflexão crítica sobre a prática se torna uma exigência da relação
Teoria/Prática, porque ensinar é criar a possibilidade da produção do
conhecimento. De forma que não há docência sem discência, de acordo com Piaget quem
ensina, aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.
O mundo da afetividade está presente nas experiências vivenciadas no cotidiano escolar, pois cada pessoa tem seu estilo e tempo próprio de aprendizagem, por isso precisamos pensar e ofertar várias formas de aprendizagens, sendo: dinâmicas e diversificadas para poder contemplar de fato uma aprendizagem significativa. Sabemos que não é fácil para o professor identificar os estilos de aprendizagem, mas devemos buscar intervir para que a mesma se efetive.
Assim,
concluímos que precisamos romper com o paradigma educacional tradicional e
mostrar que o processo de interação é necessário para que tenhamos um
ensino-aprendizagem, voltado para a prática educacional e com a inovação
tecnológica que nos cerca.
Referências:
2.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia:
saberes necessários a prática educativa. 9 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
3. Vygotsky LS. A
formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes; 1984






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